quinta-feira, 23 de junho de 2011

TWITTER X TERRORISMO NA INTERNET




Grupo hacker pratica ato terrorista contra o Governo Brasileiro e ainda afirma descaradamente : "Não somos os vilões da história".

UOL TECNOLOGIA dá destaque a entrevista de hacker brasileiro (bile_day)que representa o terrorismo tecnológico internacional. Uma vergonha !

UOL TECNOLOGIA apoia o terrorismo na Internet ? Deve ter muito cuidado. Pode ser a próxima vítima, é claro. Ou UOL é apenas mais um do PIG ?

TERRORISMO É CASO DE SEGURANÇA NACIONAL. É PRECISO AÇÃO ENÉRGICA DA POLÍCIA FEDERAL. E JUSTIÇA NELES !

O representante brasileiro do terrorismo internacional na Internet espera "mobilizar milhares de pessoas no Brasil." QUE SEJA CONTRA ELES !

Os internautas, no Brasil e no mundo, usam a Internet para melhorar as suas vidas. Ação criminosa na Internet é um ato contra a VIDA!

A derrubada de sites do Governo Brasileiro (Portal Brasil e da Presidência) só interessa a quem é contra o Brasil e os brasileiros.

Em breve, os terroristas da Internet, impunes e com o apoio do PIG, derrubarão os sites livres que desejarem. Adeus Twitter, Facebook, etc.

Depois, por força da sua própria natureza criminosa, os terroristas da Internet atacarão os seus admiradores e incentivadores. Será o fim ?



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Postagens do meu Twitter
(http://twitter.com/juareizcorreya)
publicadas hoje, dia 23/junho/2011.

terça-feira, 21 de junho de 2011

BILHETE BRASILEIRO PARA O AMERICANO

pega esta terra sem vergonha, Sam
come sua carne seu fruto doce
e ela fica melhor com os teus dentes.
ganha esta terra, sem vergonha Sam
e fode sua gente besta indolente
que ela vai sambar sem ligar pra vida.



Juareiz Correya
(Recife, 1982)



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Publicado no livro AMERICANTO AMAR AMÉRICA,
(Recife, PE, 1982) e republicado no livro
AMERICANTO AMAR AMÉRICA E OUTROS POEMAS
DO SÉCULO 20 (Panamérica Nordestal, Recife,
PE, 2010), divulgo este poema, hoje,
neste blog, por lembrança e pedido de divulgação
do meu amigo escritor, olindense da gema,
José Ramos Sobrinho. Ele quer "mandá-lo aos
quatro ventos", indignado com a classe média
"sem vergonha, debaixo de sol e chuva, humilhações,
lama, implorando um passaporte para os EUA."

domingo, 19 de junho de 2011

ESTE POEMA É O TEU NOME

Havia uma menina mulher
Tarde de sol passeando
Nas ruas e pontes do Recife
Fêmea de límpida nudez sobre a terra
Como o Capibaribe e o mar


Havia uma mulher menina
Noite de luz corpo quente madrugando
Nuvem de carne canção de luxúria
Uma festa maior que o céu da cidade


Havia tua presença um nome doce
Amanhecendo nas minhas mãos e no meu sexo
Mais do que menina mais do que mulher
Prazer de espanto que eu não conhecia
Dádiva sexual da mais pura alegria



(Recife, 19/junho/2011)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

PALMARES : 132 ANOS




PARABÉNS, PALMARES,
TERRA DOS POETAS.
TERRA DE ASCENSO
E DE HERMILO.
TERRA DE CULTURA
E DE GRANDEZA.
TERRA DE POESIA
E DE BELEZA.





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CONSTITUIÇÃO DO MUNICÍPIO DOS PALMARES
- 9 DE JUNHO DE 1879

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Jornal - JC: A VOZ SELVAGEM DA TERRA (*)

Jornal - JC: A VOZ SELVAGEM DA TERRA (*): "Nossa palavra é como as estrelas - elas não empalidecem. Comprar ou vender o céu, o calor da terra ? Não somos donos da pureza do ar o..."

A VOZ SELVAGEM DA TERRA (*)

Nossa palavra é como as estrelas
- elas não empalidecem.
Comprar ou vender o céu,
o calor da terra ?
Não somos donos da pureza do ar
ou do resplendor da água...
Cada torrão desta terra é sagrado,
cada folha reluzente de pinheiro,
cada praia arenosa,
cada véu de neblina na floresta escura,
cada clareira e inseto a zumbir
são sagrados na consciência do nosso povo.
A seiva que circula nas árvores
carrega consigo as recordações do homem.
Somos parte da terra e ela é parte de nós.
As flores perfumadas são nossas irmãs.
O cavalo, o cervo, a grande águia
- são nossos irmãos.
Os sumos das campinas,
o calor que emana do corpo de um animal
e o homem,
todos pertencem à mesma família.
Esta água brilhante que corre nos rios e regatos
não é apenas água
mas o sangue de nossos ancestrais.
Cada reflexo espectral
nas águas límpidas dos lagos
conta os eventos e as recordações da vida
- o rumorejar da água
é a voz do pai de meu pai.


Sabemos que o homem branco
trata sua mãe - a terra
e seu irmão - o céu
como coisas que podem ser compradas,
saqueadas, vendidas como ovelha
ou miçanga cintilante...
Sua voracidade arruinará a terra,
deixando para trás apenas um deserto.


Nossas vidas são diferentes :
a vista de suas cidades
causa tormento aos nossos olhos,
talvez porque somos selvagens
que de nada entendem.
Não há sequer um lugar calmo
nas suas cidades.
Não há um lugar onde se possa ouvir
o desabrochar da folhagem na primavera
ou o tinir das asas de um inseto
(talvez assim seja
porque somos selvagens
que nada compreendem).
Todas as criaturas respiram em comum
- os animais, as árvores, o homem -
e o homem branco parece não perceber
o ar que respira,
como um moribundo em prolongada agonia,
ele é insensível ao ar fétido.


A terra é nossa mãe
- tudo quanto fere a terra
fere os filhos da terra.
De uma coisa sabemos :
a terra não pertence ao homem,
é o homem que pertence à terra.


Com que sonha o homem branco,
quais as esperanças que transmite a seus filhos
nas longas noites de inverno,
quais as visões do futuro
que oferece às suas mentes
para que possam formar desejos
para o dia de amanhã ?


Depois que todos nós que somos selvagens
tivermos partido,
e as nossas lembranças
não passarem da sombra
de uma nuvem a pairar acima das pradarias,
a alma do nosso povo
continuará vivendo nestas florestas e praias,
porque nós as amamos
como ama um recém-nascido
o bater do coração de sua mãe.



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(*) Poema desentranhado da carta que o cacique
índio Seattle, da tribo Duwamish,
do Estado de Washington, escreveu ao presidente
Franklin Pierce, dos Estados Unidos, em 1855,
depois do Governo ter dado a entender
que desejava adquirir o território da tribo.