quinta-feira, 26 de novembro de 2015

AMERICANTO AMAR AMÉRICA : UM POEMA DE 40 ANOS









AMERICANTO AMAR
AMÉRICA (capa) 



AMERICANTO AMAR 
AMÉRICA 
(contracapa) 



AMERICANTO AMAR AMÉRICA & OUTROS POEMAS, de Juhareiz Korreya  
(capa e contracapa)  
- Nordestal Editora, Recife, maio, 1975.  Livreto, 24 páginas, formato 11,30 x 21 cm., composto e impresso em tipografia, na Gráfica Garcia, de Catendem PE.  Capa/fotografia : Givanilton Mendes. Contracapa : Texto de Pelópidas Soares. Tiragem : 1.000 exemplares 


Estes são os dados técnicos da primeira edição do meu poema AMERICANTO AMAR AMÉRICA, lançado em livreto produzido no ano de 1975.  Neste ano de 2015 o poema completa a bela idade adulta de 40 anos de publicação. O poema é parte essencial da minha vida mas já tem vida própria, tem a sua história.  Iniciamos, a partir desta postagem, alguns registros necessários para que os leitores conheçam a biografia deste poema, a partir dos  tempos heróicos da produção tipográfica até os dias de hoje, quando já mereceu uma produção eletrônica, neste ano de 2015, acessível em ebook lançado na Panamerica Livraria (http://www.panamericalivraria.com.br)
- Juareiz Correya 

domingo, 22 de novembro de 2015

"MÃE CARMINHA" DA PRAÇA DA LUZ (PALMARES)





"Mãe Carminha" e  o autor, seu primeiro filho. 
No canto direito da foto, Marinalda (perfil),  
 a terceira filha; e, em segundo plano, aparecem
 Gustavo, à esquerda, filho de Marinalda,
 e Mayara, de costas, filha de Marly, a irmã 
mais nova do autor. 



     Nascida no ano de 1924, neste mês de novembro, se estivesse viva, Maria do Carmo Barbosa Correia (nossa MÃE CARMINHA) completaria 91 anos de idade.  Veio ao mundo no Sítio Abreu, do distrito de Santo Antonio das Trempes (hoje, Santo Antonio dos Palmares).  Era filha de Pai Dedé (José) e de Mãe Lica (Olímpia), irmã de uns 10 irmãos e irmãs também nascidos no Sítio Abreu.  

    A jovem Carminha foi morar na cidade, no centro de Palmares, onde, pouco tempo depois, namorou, noivou e casou com o alfaiate alagoano (de Porto Calvo) José Benedito Correia, que trabalhava na Alfaiataria Santos, cujo proprietário - Oscar Santos -, chegou a ser vice-prefeito do município dos Palmares.   

     Sou o primeiro filho do casamento do alfaiate alagoano com a camponesa pernambucana, nascido, um ano depois, em setembro de 1951. No ano seguinte, também em setembro, nasceu  a minha irmã Maria Maura, advogada, funcionária pública estadual  (mãe e avó que vive há algum tempo em São Paulo); em seguida nasceu o meu irmão, Jamilton Correia, artista plástico, publicitário  (pai e avô, vive atualmente em Caruaru); e nasceram também as minhas irmãs Marinalva, costureira, aposentada (mãe e avó), Marinalda, funcionária pública municipal (mãe e avó) e Marly, professora, artesã (mãe), todas vivendo ainda hoje em Palmares. 

     Nossa MÃE CARMINHA viveu, por muitos anos, com José Benedito Correia, conhecido como Biu Alfaiate - nosso MESTRE BIU ou PAI BIU -, na casa 1710, da Praça da Luz, centro de Palmares, junto com filhos e netos. "Uma casa pequena do tamanho do mundo" era a casa dela.  Quem a conhecia e conhecia a casa sabe disto.  

     MÃE CARMINHA faleceu, em novembro de 1999, aos 75 anos de idade, 6 meses após o falecimento do seu marido e nosso pai.  -  Juareiz Correya  

     (Boa Vista, Recife, 22/novembro/2015).