sábado, 10 de agosto de 2013

A Revista CONTINENTE e os poetas brasileiros contemporâneos






       Em pesquisa iniciada no ano passado, no Arquivo da Companhia Editora de Pernambuco - CEPE, encontrei uma rica produção poética contemporânea, publicada desde o primeiro ano (2001) de edição da Revista CONTINENTE (http://www.revistacontinente.com.br), importante periódico cultural da editora da Secretaria da Casa Civil/Governo de Pernambuco, que é responsável também pela edição do Diário Oficial de Pernambuco (http://www.cepe.com.br/diario), além de promover o lançamento de livros de jornalistas, ensaístas, historiadores, cientistas, romancistas, contistas, cronistas, poetas e dramaturgos pernambucanos.  A revista manteve, na primeira década deste Século, uma seção dedicada à Poesia que expôs, com destaque, em uma ou mais de uma página, textos poéticos de autores atuantes na cena literária de Pernambuco, do Nordeste e de outros Estados brasileiros.  Alguns desses textos já fazem parte de publicações dos diversos autores, outros foram publicados unicamente na Revista CONTINENTE, e todo o conjunto permanece naturalmente arquivado.

     Esse conjunto, um volume de poemas que retrata, na primeira década do Século 21, uma amostragem expressiva de mais de 70 poetas brasileiros contemporâneos, será editorado em um ebook que estamos organizando para publicação no próximo ano de 2014.  Nesse ebook os leitores / internautas encontrarão, entre outros, poemas de José Almino, Francisco Brennand, Weydson Barros Leal, Frederico Barbosa, Sérgio Castro Pinto, Débora Brennand, Lucila Nogueira, Luiz Alberto Moniz Bandeira, Adriano Espínola, César Leal, Sílvio Pessoa, Rodrigo Garcia Lopes, Milton de Lima Sousa, Jussara Salazar, Lau Siqueira,
Pedro Américo de Farias, Fábio de Andrade, Almir Castro Barros, Francisco Bandeira de Melo, José Mário Rodrigues, Maria Lúcia Chiappetta, Afonso Romano de Sant'Anna, Dione Barreto, Alberto da Cunha Melo, Lucas Tenório, José Inácio Vieira de Melo, Márcia Maia, Lenilde Freitas, Carlos Nejar, Antônio Botelho.  (Texto de JUAREIZ CORREYA) 

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