domingo, 22 de novembro de 2015

"MÃE CARMINHA" DA PRAÇA DA LUZ (PALMARES)





"Mãe Carminha" e  o autor, seu primeiro filho. 
No canto direito da foto, Marinalda (perfil),  
 a terceira filha; e, em segundo plano, aparecem
 Gustavo, à esquerda, filho de Marinalda,
 e Mayara, de costas, filha de Marly, a irmã 
mais nova do autor. 



     Nascida no ano de 1924, neste mês de novembro, se estivesse viva, Maria do Carmo Barbosa Correia (nossa MÃE CARMINHA) completaria 91 anos de idade.  Veio ao mundo no Sítio Abreu, do distrito de Santo Antonio das Trempes (hoje, Santo Antonio dos Palmares).  Era filha de Pai Dedé (José) e de Mãe Lica (Olímpia), irmã de uns 10 irmãos e irmãs também nascidos no Sítio Abreu.  

    A jovem Carminha foi morar na cidade, no centro de Palmares, onde, pouco tempo depois, namorou, noivou e casou com o alfaiate alagoano (de Porto Calvo) José Benedito Correia, que trabalhava na Alfaiataria Santos, cujo proprietário - Oscar Santos -, chegou a ser vice-prefeito do município dos Palmares.   

     Sou o primeiro filho do casamento do alfaiate alagoano com a camponesa pernambucana, nascido, um ano depois, em setembro de 1951. No ano seguinte, também em setembro, nasceu  a minha irmã Maria Maura, advogada, funcionária pública estadual  (mãe e avó que vive há algum tempo em São Paulo); em seguida nasceu o meu irmão, Jamilton Correia, artista plástico, publicitário  (pai e avô, vive atualmente em Caruaru); e nasceram também as minhas irmãs Marinalva, costureira, aposentada (mãe e avó), Marinalda, funcionária pública municipal (mãe e avó) e Marly, professora, artesã (mãe), todas vivendo ainda hoje em Palmares. 

     Nossa MÃE CARMINHA viveu, por muitos anos, com José Benedito Correia, conhecido como Biu Alfaiate - nosso MESTRE BIU ou PAI BIU -, na casa 1710, da Praça da Luz, centro de Palmares, junto com filhos e netos. "Uma casa pequena do tamanho do mundo" era a casa dela.  Quem a conhecia e conhecia a casa sabe disto.  

     MÃE CARMINHA faleceu, em novembro de 1999, aos 75 anos de idade, 6 meses após o falecimento do seu marido e nosso pai.  -  Juareiz Correya  

     (Boa Vista, Recife, 22/novembro/2015). 

Um comentário:

  1. Que homenagem linda, a mãe ia amar. Onde estiver está amando. Obrigada meu irmão.
    Maura

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