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PEQUENAS HISTÓRIAS REAIS : "POETA NOVO, DE VOZ FORTE"

     O cantor e compositor pernambucano Paulo Diniz, há muito tempo vivendo no Rio de Janeiro, resolveu voltar para o Recife, no final dos anos 70 do século passado, quando nos encontramos e nos tornamos parceiros de algumas canções. Visitamos, certo dia, uma rádio recifense, e, durante uma entrevista, em dado momento, o entrevistador lhe perguntou como andavam os novos trabalhos, quem era o seu novo parceiro, etc. Ele me apresentou, procurando ressaltar o meu valor como um poeta novo, jovem, de voz forte... Samir Abou Hana, o radialista que entrevistava Paulo Diniz, então, me pediu para falar. Eu disse :      - Bem, Samir...      E, a rádio saiu do ar, na hora. Depois de dois minutos o sinal voltou ao estúdio.  Paulo não deixou por menos :      - Eu não disse, Samir, que a voz dele era forte ?! (Do livro inédito PEQUENAS HISTÓRIAS REAIS) 

50 ANOS DO GOLPE MILITAR DE 1964

Esta é uma data para ser lembrada mesmo.  Para que não se repita nunca mais !  Leiam e releiam livros.  Vejam e revejam filmes.  Escutem mais uma vez as canções que enfrentaram os canhões...  Essa história já está bem contada mas é preciso que se conte mais.  Que se abram as cadeias que ainda existem.  Que se levantem as vozes ainda sufocadas e silenciadas.  Que nunca mais, no Brasil, a noite seja tão longa, tenebrosa e criminosa.   E todo autoritarismo, toda ação ditatorial,  jamais volte a viver na nossa terra.    JUAREIZ CORREYA (Recife, janeiro de 2014) 

EU E OUTROS "JUAREZ CORREIA" (3)

(continua)...................................................................... "Destaquei, das primeiras páginas do Google, inicialmente, esta seleçãode 70 "xarás" que passam a ser, a partir desta publicação, naturalmente, meus companheiros de identidade : Juarez Correia "Amorim Filho"  (Taxista, Maceió, AL) Juarez Correia "Barbosa" (Advogado, Ceará / ver www.advocatus.com.br) Juarez Correia  (Coordenador de operações de linha férrea /   Americana, SP) Juarez Correia "Félix"  (São Paulo, SP) Juarez Correia "Neto" (Universitário / Faculdade Metropolitana,   Porto Velho, RO) Juarez Correia "Simões" (Boina Azul da ONU) Juarez Correia "de Azevedo" (Proprietário do Engenho Paraná /  Aliança, PE) "José" Juarez Correia  (Blog do Juares) Juarez Correia "de Oliveira" (Fotógrafo / Álbum PICASA) Juarez Correia "Gomes Junior"  (Advogado / Recife, PE) ...

EU E OUTROS "JUAREZ CORREIA" (2)

"(...) Destaquei, das primeiras páginas do Google, inicialmente, esta seleção de 70 "xarás" que passam a ser, a partir desta publicação, naturalmente, meus companheiros de identidade " : ............................................................................................... "Carlos" Juarez Corrêa (http://carlosjuarezcorrea.blogspot.com) Juarez Correia   (Cantor, MPB / Curitiba, PR) Juarez Correia  (Rede Sonico / São Paulo, SP) Juarez Correia "da Silva"  (Jardim Alegria, Francisco Morato, SP) Juarez Corrêa "da Silveira" (VIII Encontro de Periodontia Professor Juarez Corrêa da Silveira /  Hotel Ouro Minas, Belo Horizonte, MG) Juarez Correia "de Araújo" (Empresário, fazendeiro / Fazenda Oásis, Gravatá, PE) Juarez Correia "Lins" (Estudante  / Coruripe, AL) Juarez Correia "Ribeiro" (Rotary Club, Itabuna-Sul, BA) Juarez Correia "da Silva" (Estofador / Nova Igu...

EU E OUTROS "JUAREZ CORREIA"

     Meu nome é Juarez Barbosa Correia, nascido em Palmares (PE), em setembro de 1951, filho de pai alagoano - José Benedito Correia  - e de mãe pernambucana - Maria do Carmo Barbosa Correia . Publiquei os meus primeiros trabalhos (um livro sem título, em São Paulo, 1971, assinei uma coluna de arte no Diário do Grande ABC, de Santo André, SP, e  uma antologia, POETAS DE PALMARES, 1973, na minha cidade natal) com o nome Juarez Correia e, a partir de 1975, passei a assinar o que escrevia e publicava desta forma : Juhareiz Correya, depois, simplesmente,  Juareiz Correya.         A minha intenção, ao mudar a grafia do meu nome, cuja pronúncia é a mesma do nome de batismo, era apenas para criar uma grafia diferente, mais artística ?, não tão comum, funcionando como uma espécie de pseudônimo... Só isto. Mas, na verdade, consegui fazer muito mais do que simplesmente mudar a grafia do nome.          Em pesqui...

O SONHO DA CIDADE DE LUIZ DE MIRANDA

Indiferente à vida do poeta ("Importante é a sua obra", dizem os práticos contemporâneos), a cidade sonha mais do que ele a glória que nenhum gaúcho lhe deu : um prêmio internacional, maior entre todos, que poderá ser também o primeiro do Brasil. É glória da terra pra ninguém botar defeito, tchê ! Pois nenhum Estado brasileiro tem um Nobel de Literatura para orgulhar a sua Cultura ! Mas ninguém quer saber onde mora o poeta (que poderá ser uma referência turística na cidade) nem como vive nem do que vive... Ninguém em Porto Alegre sabe, nem quer saber!, que o poeta não tem emprego, nem lugar onde morar, onde comer e dormir. Não há notícia no mundo de um Prêmio Nobel que vive de esmola de amigos esquecido e marginalizado pelas instituições e governos que bajularão de Última Hora a sua companhia e a contemporaneidade da sua fama. Mas não esqueçam : O NOBEL É NOSSO !  E uma cidade que tem um Nobel de Literatura é auto-suficiente  bastante ...

BIENAL EM SALVADOR E VOZES DA TERRA : NOTÍCIAS DE FRANKLIN MAXADO

     O poeta, jornalista e estudioso de literatura de cordel Franklin Maxado, meu amigo de longa data, desde a década de 1980, do tempo em que ele trabalhava na sucursal paulistana do jornal CIDADE DE SANTOS, encamnhou email (13/novembro) com convite "para minha apresentação, sexta-feira, dia 15 (amanhã), às 19 horas, na BIENAL DO LIVRO em Salvador, onde me encontro diariamente com a minha banca de cordel e xilogravuras e meu livro O QUE É O CORDEL NA LITERATURA POPULAR.         Em Feira de Santana (terra natal do poeta), estarei cantando dia 27 próximo no FESTIVAL VOZES DA TERRA, no Centro de Cultura Amélio Amorim, a música " O Nordeste Agora Vai".  E, relatando minhas atividades, dia 11 de dezembro, encerro o ciclo de Leituras Públicas, às 17 horas, no Gabinete Português de Leitura, em Salvador.        Abraços, Franklin Maxado."        Continua na estrada o meu amigo, bom poeta baiano...